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terça-feira, 5 de março de 2013

Esdras




Os repatriados celebraram a Páscoa no dia catorze do primeiro mês.

19. Os repatriados celebraram a Páscoa no dia catorze do primeiro mês.

20. Os sacerdotes e os levitas, sem exceção, tinham-se purificado; todos estavam puros. Imolaram a Páscoa por todos os repatriados, pelos seus irmãos, os sacerdotes, e por si mesmos.
21. Os filhos de Israel que tinham voltado do cativeiro comeram a sua Páscoa, bem como todos aqueles que tinham rompido com as práticas impuras dos povos da região e se haviam unido a eles para buscar o Senhor, Deus de Israel.
22. Celebraram com júbilo durante sete dias a festa dos Ázimos, porque o Senhor os havia consolado, fazendo com que o coração do rei da Assíria se inclinasse em favor deles, para confortá-los no trabalho (de reconstrução) da casa de Deus, do Deus de Israel.



Cardeais querem conhecer relatório "Vatileaks"




Cardeais querem conhecer relatório "Vatileaks"
Na primeira reunião preparatória do conclave, alguns cardeais defenderam que só com o pleno conhecimento do que se passa no interior da Igreja Católica poderão escolher o novo Papa.
Já não há como fugir ao caso "Vatileaks". Por mais que Bento XVI tenha deixado expresso que o teor do relatório sobre a investigação encomendada aos seus três cardeais de confiança só deve vir a ser conhecido pelo novo Papa, a sua vontade foi ontem questionada durante a primeira das congregações gerais.
Os cardeais reunidos no Vaticano querem ter acesso à informação e isso mesmo foi fito por alguns deles, justificando que só com o pleno conhecimento do que se passa no interior da Igreja poderão escolher o seu maior representante.
Segundo o blogue Vatican Insider , do jornal "La Stampa", foram três os cardeais a abordar diretamente a questão, pedindo para conhecer o relatório, que é considerado "explosivo" e, inclusive, tem sido apontado como uma das causas para a resignação de Bento XVI.
O cardeal alemão Walter Kasper, conhecido por pertencer à ala mais crítica da Igreja Católica, liderou o pedido, escreve o Vatican Insider. Mas terá sido apoiado por outros dois nomes de peso, os arcebispos de Viena e de Budapeste, Christoph Scönborn e Péter Erdö.
Citado pela imprensa, o cardeal Raymundo Damasceno, presidente da Conferência Episcopal Brasileira, assumiu o descontentamento com o secretismo criado à volta do documento. "Porque é que nós cardeais, que somos os conselheiros mais próximos do Papa, não podemos ter acesso a essa informação?", cita-o o jornal "El País".
Aliás, a delegação brasileira chamou a si o maior protagonismo nesta defesa, com os cinco cardeais que integra a pronunciar-se no mesmo sentido. "Creio que é justo e necessário que os cardeais tenham essa informação antes de eleger o sucessor de Bento XVI", acrescentou o cardeal Damasceno, assegurando falar em nome de uma vontade comum.
Oficialmente, não é tanto assim. Após a primeira reunião, o porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi, contornou esta pressão e escusou-se a comentar se os cardeais vão ou não conhecer o relatório. Limitou-se a confirmar como "normal" o desejo expresso por alguns dos cardeais.
Os preparativos para o conclave prosseguem esta manhã, com a terceira congregação-geral, ainda que a desta tarde tenha sido cancelada, o que é interpretado com a vontade de os cardeais terem mais tempo para estabelecer contactos informais.